| Contracorrente
Alternativas à Globalização Neoliberal |
Primeira
Nacional Internacional Cultura Fórum Artigos Opinião Sondagens Multimédia Livro de Visitas Fale connosco ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
Nacional
Ministro considera Sul do Tejo zona desertaQuinta-feira, 24 de Maio de 2007
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações considerou ontem “faraónica” a construção do novo aeroporto de Lisboa na margem Sul do Tejo porque se trata de uma zona deserta. Uma opção em relação à qual, mais uma vez, Mário Lino foi categórico e, desta feita, em francês: “Jamais” (nunca). A margem Sul do Tejo não é uma opção porque é um local onde “não há gente, escolas, hospitais, comércio, onde não há indústria nem hotéis”, sublinhou Mário Lino. O ministro recordou mesmo estudos do professor Manuel Porto – “que não pode ser acusado de simpatias políticas por este Governo” – que apontam para a necessidade de “atrair milhões de habitantes” para Rio Frio. Estes foram alguns dos argumentos ontem sublinhados por Mário Lino, em Lisboa, perante uma plateia de economistas. “São afirmações irresponsáveis que desconsideram e humilham um milhão de pessoas”, afirmou, indignado, Luís Rodrigues, coordenador do PSD na Comissão Parlamentar das Obras Públicas, apesar de compreender o “ambiente descontraído do local onde foram feitas as afirmações”. Para Luís Rodrigues, Lino “ainda não percebeu que é ministro de todo o País”, pelo que sugere a José Sócrates que pense na sua saída. No almoço-debate, promovido pela Ordem dos Economistas, Mário Lino reafirmou a necessidade do novo aeroporto na Ota e de manter os prazos calendarizados. Ou seja, o lançamento do concurso internacional no segundo semestre deste ano e o início das obras em 2009. Mário Lino adiantou que já abriu as três propostas aceites – entre 11 concorrentes – para o desenho do novo aeroporto, projectos que são divulgados no início do próximo mês. COM CORREIO DA MANHÃ |
Partidos e utentes contra política da Saúde. Plano Nacional contra o Tráfico de Seres Humanos. Fraca evolução da banda larga em Portugal. Governo pretende controlar greves. JS defende debate sobre casamentos homossexuais. Morgado quer o Ministério Público no terreno. Pensões milionárias disparam. Falta de qualidade de programas escolares. Tabaco com multas mais altas do que a droga. Marcha pela legalização da canábis. Benefícios fiscais para produção de biocombustíveis. Jerónimo de Sousa acusa Banco de Portugal. |