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Greve geral: Governo minimiza, CGTP congratula-seQuinta-feira, 31 de Maio de 2007
Enquanto o Governo garante que a adesão à greve geral de quarta-feira se ficou pelos 13,77% nos organismos públicos e pelos 5% no sector privado, a Intersindical escusa-se a avançar com números mas faz um balanço positivo da paralisação. Alegando não querer entrar em guerras de números, a CGTP não quer avançar com um valor global final para adesão à greve geral de quarta-feira, mas manifesta satisfação pelo impacto da paralisação em todo o País. “Não entramos em guerras de números”, disse o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, aos jornalistas, na quarta-feira. Mas desmentiu a versão do Governo de que a greve foi apenas parcial e com efeitos limitados, dando exemplos de muitos sectores que pararam completamente ou funcionaram a meio gás. O Governo, por seu lado, anunciou que a greve na administração pública teve uma adesão de 13,77%, enquanto no sector privado não terá ultrapassado os 5 por cento. Carvalho da Silva disse que estas adesões não podem corresponder à realidade porque ao nível das autarquias a adesão média foi de 85%, mais de 20 mil enfermeiros estiveram em greve, na educação mais de mil escolas fecharam e as que abriram tiveram mais de metade dos professores em greve. O sindicalista referiu ainda como exemplo o caso da CP, em que os comboios circularam com supressões e atraso, mas onde a greve contou com uma adesão de cerca de 60% e o caso do aeroporto de Lisboa onde foram cancelados 63 voos, ou dos Açores onde não se efectuaram os voos inter-ilhas. COM VISÃO.PT |
Cavaco afirmou que greve "é um direito constitucional". Bloco quer suspender processo do aeroporto na Ota. Jerónimo de Sousa apela à greve geral. Dia Internacional das Crianças Desaparecidas. Oposição acusa Governo de querer limitar direito à greve. Ministro considera Sul do Tejo zona deserta. Partidos e utentes contra política da Saúde. Plano Nacional contra o Tráfico de Seres Humanos. Fraca evolução da banda larga em Portugal. Governo pretende controlar greves. JS defende debate sobre casamentos homossexuais. |