| Contracorrente
Alternativas à Globalização Neoliberal |
Primeira
Nacional Internacional Cultura Fórum Artigos Opinião Sondagens Multimédia Livro de Visitas Fale connosco ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
Nacional
Portugueses consideram que a corrupção aumentaSábado, 16 de Junho de 2007
Os portugueses consideram que a corrupção está a aumentar em Portugal. Num estudo desenvolvido pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), coordenado pelo Professor Luís de Sousa, 51,9 por cento dos inquiridos elegeu os anos de 2000 até ao presente como “o período em que existiu maior corrupção em Portugal”. Em segundo lugar (com 19,8 por cento) ficou o período da década de 70, após o 25 de Abril. A maioria dos inquiridos (83,8 por cento) considera que, de um modo geral, o combate à corrupção em Portugal não é eficaz e atribuiu ao Governo (45 por cento) a principal responsabilidade por essa ineficácia. À pergunta “Qual o grau de confiança que lhe inspiram os partidos políticos?” mais de 48 por cento dos inquiridos respondeu “nenhuma confiança”, o que está em linha com as conclusões apresentadas pela Transparência Internacional, organização que se dedica ao combate à corrupção, nos vários relatórios que produziu desde 2002 e que apontam para duas grandes conclusões: “a corrupção aumentará com o decurso do tempo” e “a corrupção afecta maioritariamente os partidos e a vida política”. Carlos Jalali, professor auxiliar na Universidade de Aveiro, desenvolveu um trabalho onde se demonstra que os cidadãos filiados nos partidos dão menor importância ao combate à corrupção. O mesmo acontece com os cidadãos que, não sendo militantes, estão próximos do partido que está no Governo. Segundo aquele docente, “os portugueses são duros e muito exigentes com o comportamento dos políticos, bem como de outras classes profissionais, como é, por exemplo, o caso dos médicos”. Com Correio da Manhã |
Oposição critica política de Saúde. Sindicatos rejeitam propostas do Governo. Crime de abuso de poder para três ex-ministros. Augusto Mateus defende alternativas à Ota. Funcionários públicos temem redução de ordenados. TC detecta ilegalidades nas contas dos partidos. Governo quer alterar lei sobre autarcas arguidos. Empresas levantam processos disciplinares a grevistas. Greve geral: Governo minimiza, CGTP congratula-se. Cavaco afirmou que greve "é um direito constitucional". Bloco quer suspender processo do aeroporto na Ota. Jerónimo de Sousa apela à greve geral. |